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Stylista

spring trend: retro-active

 

 

Há várias categorias em roupa: sleepwear, loungewear, swimwear, ready to wear (a roupa que aparece nos desfiles; mais cara, com design de autor e geralmente de melhor qualidade), sportswear (a roupa que usamos no dia a dia, das lojas mais comuns) e activewear (roupa de desporto).

 

Hoje em dia se calhar já há mais 700 categorias, mas eu só conheço estas.

 

Se pensarmos em activewear, há todo um historial do fato-de-treino, desde os anos 70 até agora, com boas e más associações e há, claro, uma narrativa visual muito forte que associa a roupa de desporto à rua, aos bairros e ao hip-hop. À medida que as estrelas do hip-hop ganham um estrelato estratosférico (e dinheiro, e - lentamente - algum refinamento) a roupa desportiva entra no mundo do luxo e passa a ser altamente desejada por vários grupos, independentemente da sua classe social ou gosto musical. 

 

Com este boom desportivo - muito influenciado pelos primeiros ténis vistos num desfile de Alta Costura há uns anos (Chanel/Lagerfeld) e pelo FENÓMENO Stan Smith - as marcas de ready-to-wear reforçam continuamente a componente activa (tão pertinente na nossa vida sempre a mil) nos seus desfiles.

 

 

Desta vez a tendência chama-se 

retro-active.

 

 

Pensem Adidas dos anos 70/80, pensem Lacoste, pensem nos domingueiros num Shopping há 20 anos atrás. Pensem nisso tudo e depois juntem-lhe umas roupas mais delicadas, femininas e leves, até encontrarem uma silhueta fresca, nunca antes explorada.

 

 

(nada que já não andemos a treinar há 2-3 uns anos)

 

 

Eu gosto.

 

Espreitem aqui o desfile Chloé para perceberem a ideia.

 

 

 

 

Instgram @stylista_mg 

 

 

 

Imagens dos desfiles Chloé e Alexander Wang, via Vogue Runway